Os 5 erros mais comuns em contratos e como evitá-los

Contrato é o que protege as duas partes quando algo dá errado, e justamente por isso os erros na hora de assinar custam caro. Em geral, o problema não aparece no dia da assinatura. Aparece meses depois, quando surge uma cobrança que ninguém esperava ou um combinado que cada lado lembra de um jeito.

O primeiro erro é assinar sem ler com atenção as cláusulas de multa e de rescisão, que definem quanto custa sair do negócio. O segundo é aceitar prazos e valores vagos, como “pagamento em breve” ou “entrega quando possível”. O terceiro é deixar combinados importantes só na conversa, sem registro por escrito. O quarto é não conferir quem está assinando do outro lado, se a pessoa ou a empresa realmente tem poder para firmar aquele compromisso. O quinto é ignorar regras de reajuste, renovação automática e encerramento, que só costumam ser notadas quando já é tarde.

Para se proteger, leia o documento inteiro, peça para reescrever o que estiver confuso e guarde uma cópia assinada por todos. Em contratos de valor mais alto, como compra de imóvel, prestação de serviço de longa duração ou sociedade, vale pedir a revisão de um advogado antes de assinar. A análise prévia costuma custar bem menos do que resolver o problema depois.